Nesta quinta-feira (11/05), a família de Ana Paula Borgo informou aos fãs e à imprensa que a ex-jogadora de vôlei da seleção brasileira faleceu aos 29 anos, vítima de um câncer de estômago.
O câncer de estômago da atleta foi descoberto no ano passado, durante a bateria de exames que a prepararam para a temporada do Barueri, que defenderia na superliga de 2022/23.
Após o diagnóstico, Ana Paula se afastou do time para se concentrar na luta contra o tumor.
Também conhecido como câncer gástrico, o câncer de estômago é um tipo de tumor de desenvolvimento lento que se inicia com alterações que podem passar despercebidas por não apresentar sintomas.
Essas alterações podem aparecer em diferentes partes do estômago, e os cânceres proveniente delas podem ter tratamento diferentes a depender de sua origem.
Não há sintomas específicos, mas os mais gerais são:
Aumento de tamanho do fígado e massa palpável na região do abdômen são sinais que indicam que o câncer de estômago está em estágio avançado.
Seus sintomas iniciais podem ser confundidos com muitas outras doenças do estômago, como úlceras, gastrite, entre outros.
Por isso, é importante que sejam investigados por um médico - além de que a detecção precoce aumenta muito as chances de cura do câncer de estômago.
Para diagnóstico do câncer de estômago, o médico considerará os sintomas e o histórico familiar e os hábitos de vida do paciente, e indicará uma endoscopia digestiva alta.
Na endoscopia digestiva alta, o paciente será sedado e entrará um tubo pela sua boca - o que permitirá que o médico visualize o órgão em busca de tumores e tire um pedaço do tecido para análise (biópsia).
Após a endoscopia, poderá ser feita uma tomografia para avaliar a extensão do tumor e se preparar para o tratamento.
Sim! A maior parte dos cânceres de estômago se desenvolve devido a hábitos ruins, como: sobrepedo, consumo de álcool, tabagismo ou consumo de alimentos com muito sal.
Evitar sal excessivo, se manter no peso adequado e evitar o álcool e o tabaco são medidas que já reduzem muito o risco do câncer de estômago.
Geralmente, é feita cirurgia para a retirada do tumor. Caso seja muito extenso ou tenha se espalhado para outros órgãos (metástase), o tratamento é apenas paliativo (com o uso de medicamentos, radioterapia, etc).
O linfoma gástrico e o GIST com frequência precisam de medicamentos orais aliados à cirurgia para a cura do câncer de estômago.
Sim! A maior parte dos cânceres de estômago se desenvolve devido a hábitos ruins, como: sobrepedo, consumo de álcool, tabagismo ou consumo de alimentos com muito sal.
Evitar sal excessivo, se manter no peso adequado e evitar o álcool e o tabaco são medidas que já reduzem muito o risco do câncer de estômago.
Este artigo é apenas para fins informativos e não substitui uma avaliação médica.